30/10/2017 

Mau hálito atinge 40% da população mundial e pode estar relacionado ao estresse

Da redação

A halitose, mais conhecida como mau hálito, não é propriamente uma doença, mas um sinal de desequilíbrio no organismo. Quando observado esse sintoma, é possível agir com tratamento. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), aproximadamente 40% da população mundial sofre com a halitose.

O mau hálito geralmente é causado por questões da cavidade bucal, como as doenças da gengiva, como a gengivite ou periodontite, e a saburra lingual, aquela mancha branca na língua branca. O incômodo também pode ser causado por fatores extra bucais, como cáseos amigdalianos, que são pequenos círculos brancos na garganta, jejum prolongado, ingestão de alimentos com odores, diabetes não compensado, hipoglicemia e alterações hepáticas ou intestinais.

A formação da placa bacteriana e os riscos de inflamação nas gengivas são impulsionados em casos de boca seca, situação que também pode mudar o odor do hálito, mais conhecida como xerostomia. “O grande problema de ter a boca seca é que a saliva é importante para proteger a boca e ajudar na digestão, já que em sua composição existe uma série de enzimas, minerais e anticorpos”, explica a odontologista Natália Freitas.

A diminuição da saliva, também causa o mau hálito, isso por conta do estresse excessivo, por doenças autoimunes e por medicações que apresentam esse efeito colateral. Menor quantidade de saliva favorece a formação da saburra lingual e dos cáseos amigdalianos.

Cuidados

O Ministério da Saúde alerta que apenas um especialista pode indicar remédios para os tratamentos de halitose. Porém uma das formas de evitar o mau hálito é manter a higiene bucal da seguinte forma: usar fio dental e escovar os dentes e a língua, consultar o dentista regularmente, ter uma dieta balanceada, evitar o jejum prolongado e controlar o estresse, ou pelo menos tentar.






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